NOTÍCIAS

7/09/2016

Já estão disponíveis as listas do sorteio das Jornadas de Caça para a Época Venatória de 2016/2017.

 

Clicar aqui (COMUNICADOS) para ir directamente

26/09/2014

ASSEMBLEIA GERAL ELEITORAL DO CLUBE DE TIRO DE TOULÕES, DIA 11 DE OUTUBRO DE 2014, PELAS 20H00, NA SEDE DO CLUBE

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15/08/2013

Já está disponível o PLANO DE EXPLORAÇÃO para a Época Venatória 2013/2014.

Para consulta, os interessados devem entrar na página "A Z.C.M." , seleccionar "Plano Anual" e clicar sobre o ficheiro PDF.

03/09/2012

Sorteio para as Jornadas de Caça para a Época Venatória 2012/2013

Foram efectuados os sorteios para as diferentes modalidades referentes às Jornadas de Caça para a Época Venatória 2012/2013.

Os interessados devem ir a "INFORMAÇÃO" , seleccionar "Comunicados" e clicar sobre os ficheiro PDF.

14/07/2012

Já está disponível o PLANO DE EXPLORAÇÃO para a Época Venatória 2012/2013.

Para consulta, os interessados devem entrar na página "A Z.C.M." , seleccionar "Plano Anual" e clicar sobre o ficheiro PDF.

21/02/2011

 

Taxas das armas geram falências

 

O aumento das taxas aplicáveis no âmbito da Lei das Armas pode lançar na falência os sectores da caça e do comércio de armamento e munições.

"É o descalabro total", diz o presidente da Associação dos Armeiros de Portugal (AAP), Artur Guerin.

"É uma aberração sem sentido", acrescenta Jacinto Amaro, da Federação Portuguesa de Caça (Fencaça). A portaria em análise no Ministério da Administração Interna (MAI) prevê aumentos até aos 400%.

 

Numa tentativa de acalmar as organizações, o secretário de Estado da Administração Interna, Conde Rodrigues, emitiu, na semana passada, um comunicado em que refere que o assunto "está ainda em análise, constituindo a referência a quaisquer valores mera especulação". No entanto, numa reunião com o governante, a 4 de Fevereiro, a APP foi informada de que era preciso "actualizar as taxas, devido à situação económica do País, e que a portaria já estava atrasada, pouco ou nada era possível fazer face à pressão que estava a ser exercida, nomeadamente pelo Ministério das Finanças", conta Artur Guerin.

Segundo a proposta de actualização da Portaria 934/2006, a licença de uso e porte de arma do tipo C, a mais usada pelos caçadores, sobe de 85 para 185 euros (mais 117,64%). Nos restantes tipos, o crescimento ronda os 120% (ver quadros). No caso da importação ou exportação de armas, os valores podem crescer 400%. Os armeiros só aceitam aumentos de acordo com o Índice de Preços ao Consumidor, como consagrado desde 2006, com alteração anual, até agora entre -1% e +2,5%.

 

Já a Fencaça não aceita "nenhum aumento", porque "as taxas já subiram 500% há cinco anos", e estão portanto "mais do que actualizadas neste sector".

Fonte: Correio da Manhã (21/2/2011)

28/01/2011

 

Extinção de tordos preocupa caçadores 

 

A caça aos tordos é uma das modalidades que mais interesse desperta entre os caçadores portugueses, em grande parte devido ao declínio registado nos efectivos de algumas espécies sedentárias (em particular do coelho), advindo de questões de ordem sanitária.

Contudo e apesar da relevância sócio-económica que os tordos têm em Portugal, e não obstante a importância ecológica que espécies como o tordo-comum e ruivo têm sobre os nossos ecossistemas, regista-se uma grande lacuna ao nível de estudos científicos sobre os factores que condicionam a dinâmica populacional das mesmas.

Nos últimos anos a experiência de campo revela uma preocupante tendência regressiva relativamente a estas espécies, o que parece aconselhar alguma precaução no que concerne à pressão de caça a autorizar.

Preocupados com esta situação a Federação Portuguesa de Caçadores e o Departamento de Ecologia da Universidade de Évora entregaram na Secretaria de Estado das Florestas uma proposta de estudo que visa o desenvolvimento de investigação conducente ao estabelecimento de critérios para a gestão cinegética dos tordos nas suas áreas de invernada. Pretende-se assim com este projecto de investigação científica aplicada que se prevê ter inicio já em Outubro do corrente ano, e que terá uma duração total de 45 meses, dar resposta a algumas das questões que tanto têm intrigado as organizações do sector da caça.

A possibilidade de realização deste projecto único a nível europeu, revela-se de extrema importância para o sector e para o país, dado que possibilita uma gestão cinegética destas espécies, mais sustentada em bases técnico-científicas. O estudo que irá ainda contar com a participação da Universidade do Porto (CIBIO), aguarda aprovação da tutela respectivamente ao financiamento, dado que o mecanismo previsto para custear estas situações (Fundo para a Pesca em Águas Interiores e para a Caça) ainda não está devidamente concretizado. Face à relevância do mesmo aguarda-se uma resposta pronta da tutela, que permita a sua concretização quer através de protocolo com a Autoridade Florestal Nacional (AFN) quer através de recurso a outros meios de suporte financeiro.

Fonte: Calibre Nisa